Grupo de dança de rua da periferia de Porto Alegre usa preconceito sofrido como motivação para se destacar

No último domingo (19), o Zero Hora contou a história do Restinga Crew, um grupo de dança de rua da periferia de Porto Alegre.

Mesmo sofrendo preconceito e sendo tratado como possíveis ladrões, o grupo utiliza o nome do bairro em que foi criado como uma maneira de mostrar a todos que não existem só criminosos nas favelas da cidade.

“Às vezes, não dividiam o camarim com a gente. Alguns diziam coisas como ‘Ih, são da Restinga, toma cuidado que deve ser tudo ladrão'”, lamentou à matéria o B-boy Julinho, de 28 anos.

O grupo é prova viva de que transformar as dores do dia a dia em força maior para vencer dá resultado: foi consagrado em primeiro lugar na categoria Destaque em Danças Urbanas do Prêmio Açorianos. Assim, eles fazem da arte e da educação um meio de divulgar as coisas boas do lugar onde vivem.

Leia a matéria completa.

Além de se apresentarem dentro e fora da Capital, os integrantes do Restinga Crew oferecem oficinas gratuitas de break no ginásio do Centro de Comunidade da Restinga (Cecores) e em uma escola pública do bairro.

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