No último dia 9, o Fatlaces publicou um bate-papo com o De Leve, gravado em sua casa, no Rio de Janeiro.

O rapper, que está de volta e já com CD quase pronto pra soltar, falou um pouco mais sobre o que está preparando para o público.

“São basicamente 7 músicas, não é uma coisa muito grande”, adiantou ele. “Pra frente, eu quero trabalhar com projetos; fazer uma parada mais funk eletrônico”, revelou.

O disco, que deve se chamar “Estalactite”, já ganhou um single com esse nome e promete fazer barulho por marcar a volta de um dos percursores dos versos irreverentes e provocativos.

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“Eu acho que o novo é pra ser admirado, pra ser estranho mesmo”, comentou ele sobre a nova cena. “Cada um faz música pra agradar o seu público; eu não faço música pra agradar todo mundo”, completou.

Mesmo com toda zoação, De Leve afirma que tem treta com ninguém e que o rolo com o Marcelo D2 foi apenas uma brincadeira, uma citação, nada demais.

Em meio a tanta expectativa pros novos trabalhos e pro disco novo, o rapper ainda encontrou um espaço nas respostas pra falar sobre o Quinto Andar.

“Foi bom pra caramba, foi bonzão. Foi o começo da minha carreira, o começo de tudo. Não tem como comparar [com a atual fase]. São 10 anos, eu era um garoto, hoje eu sou um homem; tenho família”, afirmou. “Se não fosse o Quinto Andar, eu não tava aqui hoje”, concluiu.

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