Nesta segunda-feira (2), o Síntese lançou a música “Interno”, que contou com a produção musical do Willian Monteiro.

De acordo com o Neto, que agora representa sozinho as visões e vivências da da dupla no RAP, a canção trata da prisão que o mundo virou e a maldade presente na humanidade.

“Então, humanidade má sã… uma menção à maçã, que dizem ser o fruto proibido. Mas penso que o fruto é o conhecimento sem responsabilidade, viemos pra Terra, primeiramente, pra evoluirmos a partir de uma perfeição, a condição para nascer aqui é zerar as consciências, a simples ignorância”, explicou ele ao Noisey.

Ainda segundo a matéria, a frase que inicia o som foi retirada do poema de um Bodisatva da Terra, sem se saber seu nome ou qualquer outra informação.

“Achei que tem muito a ver com a atmosfera da música, com o teor da letra e decidi colocar no início para trazerem as pessoas à atmosfera do sentimento certo pra receberem as vibrações do nosso registro. É a síntese precisa de como tratamos as nossas obras musicais”, contou ele.

“Interno” integrará o novo CD, que deve sair em 2014.

Vi no Noisey.

Letra:

Na mesma busca do eu… Quem se perdeu? Presente.
Caminho até minha cela enquanto existo incoerente.
E tento convencer o carcereiro da minha inocência.
Altruísmo imaturo… doentia negligência.

Vislumbro minha semana enquanto calculam minha vida.
Desistir? E a imcumbência? A aceitação é a penitência!
Fardo… doce e amargo. Onde sua cabeça descansa, Cruz ou lança?
Até onde a consciência alcança?

Vivo a ‘fita’ e a alma grita… E por nós, quem requisita?
Entre verdade e mentira, nós atrita, sem perdão.
Fim do pavil… Guerra civil… rebelião. Retaliação?
Descansar o gatilho! Meu martírio é fascinação?!

Meu nome é criação e minha consciência é vã….
No bruto: Proibido fruto, mesmo, humanidade má sã.

Ao que acredita, zele. Ao que sente, atente.
Alimente o fogo, irmão, incessantemente.
Desce decreto… Sobe concreto, tende.
Aqui joelho e pranto na frente do reto.

Ao que acredita, zele. Ao que sente, atente.
Alimente o fogo, irmão, incessantemente.
Desce decreto… Sobe concreto, tende.
Aqui joelho e pranto na frente do reto.

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