Nos últimos dias, através de seu perfil no Facebook, Marcello Gugu respondeu a alguns fãs e revelou detalhes sobre músicas do CD “Até que enfim, Gugu”.

Com um disco cheio de poesias e subjetividades, não foram poucas as perguntas que surgiram e os comentários do rapper pareceram as notas descritivas de versos no site RAP Genius.

“Respondendo as inbox q chegaram de ontem: sim, no fim a colagem sou eu e minha mãe trocando idéia sobre meus avós”, contou ele sobre a faixa “Kariri”, na qual, ao final, uma criança responde sua mãe sobre os hábitos alcoólicos de seus avós; na época, Gugu imagina que tinha em torno de 2 anos.

Talvez inspirado pela grande resposta dos fãs ao tópico aberto, o rapper já largou minutos depois várias informações sobre o disco de uma vez só: “miss hollywood não é uma moça… Paris tb não… Kariri é pinga.. Nomes de menina é direcionado a uma garota de programa…”, publicou ele para depois comentar aquelas que são, de fato, moças ou para moças: “A segundas intenções… A deixa o tempo dizer e a indireta… São diretas”.

“Jimi hendrix foi uma experiência ruim… Evita foi feita em cima de histórias de mulheres revolucionárias… Meu anjo inspirada na minha prima..”, Marcello Gugu acrescenta, novamente após um curto intervalo de tempo; desta vez, em torno de 4 minutos. “Linda de morrer, uma conversa com a vida que tive depois de um susto… Indireta é indireta, pegue uma frase e mande pra alguém…”, continuou.

Sobre “Linda de morrer”, o rapper ainda acrescentou algumas ideias nos comentários: ” a morte é inevitável pra todo ser vivo.. É fácil se identificar… Oq quis fazer foi mostrar que o fim pode ser um novo começo…. A morte é o fim de um ciclo… Não precisa ser assustadora… Eu quando conversei com ela me senti a vontade rs”. Ele ainda respondeu que os versos ao final, interpretados pela Marli Bortoletto, foram escritos por ele mesmo.

As dúvidas pareciam não acabar e Marcello Gugu acabou prometendo uma twitcam para revelar mais detalhes e falar sobre o disco; no entanto, o rapper abriu a publicação para novas perguntas, que foram logo surgindo:

Destas, destaca-se: “Evita foi feita em cima da vida de mulheres que foram revolucionárias… Cada linha remete a uma determinada mulher… Tem Angela davis… Tem Maria bonita…evita peron… Tem cora coralina..Joana darc.. Assata Shakur,,,tem emily davison… E cada linha monta um determinado momento na vida delas… É dedicada a toda mulher que, por ser criada numa sociedade extremamente machista e sexista, teve que batalhar muito pra chegar onde está agora…”.

Por fim, a primeira sessão da “Gugu Genius” terminou no dia seguinte, quando ele comentou a skit “Platoon”, da seção bônus: “essa é minha psicografia, vivi isso um dia. uma senhora chorou. nunca mais a repeti. (fato real)”.

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