Não se deixe enganar pelo título, Mano Brown cozinhou nada. Mas, tudo bem, isso só deixou mais tempo pra ele focar na conversa e nas respostas.

Brown explicou mais uma vez como surgiu o apelido, como surgiu o Racionais, criticou terem resgatado um vídeo antigo pra usarem de apoio ao PT. Tudo de maneira muito casual, na cozinha do João Gordo, na tranquila.

Mesmo assim, ainda teve espaço pra uns papos mais críticos, como a morte de um homem num show do Racionais. O rapper chegou a dizer que pensou em encerrar a carreira naquele dia; pensou que talvez fosse ele um propagador do caos; e que a maioria nem tava escutando o que ele dizia.

É bem louco pensar nisso porque enquanto pra muitos o RAP ajudou a sair do crime e os próprios artistas escreveram com essa intenção, pra outros foi bem o contrário. Não é imaginação que é um gênero musical acusado de ser violento; há pessoas que realmente veem só maldade nas letras.

Pra aliviar um pouco o clima, tem também uma revisitação da treta com o Lobão, que também não é dos mais chegados do João Gordo.

E o que pra mim é a grande sensação do episódio: Mano Brown cortando uma batata. Sérião.

Pra quem curtir o papo com o Brown, tem também um bem da hora com o DBS. Os caras trocam mó ideia relax sobre brincadeiras de infância.

Tem também um com o Thaide, que fala sobre o comecinho, das épocas da São Bento e anos de MTV, que os dois dividiram.

Além da admiração do João Gordo pelo Hip Hop e ter toda essa pegada vegetariana/vegana, que tem muito do protesto que a gente se acostumou a ver sobre outras temáticas, a série também tem esse lado descontraído e largadão, perfeito pra maioria dos artistas do meio.

Tomara que mais rappers colem.

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