Black Alien é um exemplo. Não, não, nem comecei a falar ainda de RAP. O cara é um exemplo como artista pela maneira que trata a arte e pelo recente exemplo de superação.

Depois de uma carreira regada a festas e drogas, o rapper volta limpo pro seu novo trabalho, o CD “Babylon by Gus 2 – No princípio era o verbo”, que ainda não tem previsão de lançamento.

E principalmente por isso, ele é um puta exemplo. Não é questão somente de largar um vício e se recuperar interiormente, mas dar a cara pra bater; assumir o erro; expor-se tentando, mesmo que por tabela, evitar que muitos outros sigam pelo mesmo caminho.

“Antes eu tava nas sombras e agora eu acordo com o sol”, comentou ele no teaser da série que irá retratar o processo de gravação e criação do seu segundo disco solo. “Eu penso sempre no bem. Eu escrevo pelo bem das coisas, por incrível que pareça. Até nas canções de guerra, eu escrevo pro bem”, afirmou.

E ele já vem há algum tempo com essa positividade. Em uma recente entrevista, contou como resolveu mudar seus shows pra diminuir a violência, pra dar ao jovem uma visão diferente e não sair inflamado dali e talvez arranjar briga na rua.

A expectativa pro novo trampo é especial. Black Alien afirma que a sua escrita mudou e mudou pra melhor. Por um instante, penso que isso é secundário. Claro que quando o CD sair, a gente vai querer ouvir e analisar o que tá sendo dito, mas só o fato de vê-lo voltar no pique, já é da hora pela empolgação e incentivo que ele traz a vários moleques por aí.

“A minha vida nas drogas, eu comecei imitando ‘Scarface’. E depois daquele filme, eu fui imitar o Tony Montana. Quer dizer, mais ou menos nesse período da vida, a gente precisa de modelos de verdade, gente de verdade; heróis que não morrem de overdose”, completou.

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