15. “Olhos abertos”, do Joe Sujera

Diretor: Rodrigo Ferreira
Álbum: Memórias do Subsolo | 2014

Em meio à obscuridade de algo como uma seita, da suposta injustiça de um julgamento e dos “cuidados” médicos, Joe Sujera não parece estar passando por bons momentos.

Olhos abertos sempre porque a justiça é injusta e nem sempre quem diz que quer seu bem, quer mesmo.

14. “Reflexo”, da Cone Crew Diretoria

Diretor: PH Stelzer
Álbum: Bonde da madrugada (Parte I) | 2014

Embora não seja tão direto quanto “Chefe de quadrilha“, lançado na época das eleições em 2012, a Cone Crew Diretoria mostra algo como as consequências da corrupção política; o povo tão pressionado diariamente pode simplesmente estourar.

13. “Célula do monstro”, do Haikaiss

Diretor: Roger Cora
Álbum: Fotografia de um instante | 2014

Sem aparecer nas imagens, o Haikaiss questiona certos paradigmas sociais ao mostrar a história de um escritor que leva sua vida na tranquila entre os tragos e as ruas e um suposto pervertido otário ladrão que aparenta vagar pelas classes sociais mais altas.

Ao mesmo tempo que critica a determinação de caráter por classe social e/ou vestimenta, o clipe também parece sugerir, de forma bastante simples, como os(as) “grandes” violam os(as) “pequen@s” sem muitas vezes nem ser questionad@s.

12. “Horário pobre”, do Lyn’C

Diretora: Géssica Secchi
Álbum: Déjà Vu de agora pouco | 2015

Não é a primeira vez que vemos uma crítica à programação da TV, mas talvez esta seja a mais criativa delas. Lyn’C cria vários cenários pra ironizar alguns programas em específico, mas a crítica é facilmente estendível a boa parte deles.

Pra terminar, nada melhor que o documentário “Beyond Citizen Kane”, que crítica diretamente a Rede Globo, pra ilustrar perfeitamente a situação.

11. “Trindade (Parte 2)”, do Ogi

Diretor: Alois Di Leo
Álbum: Rá! | 2015

O cronista urbano volta a atacar com mais um relato de uma noite tumultuada entre drinques, garotas e o abuso de poder policial.

O grande destaque é a animação, que não só é incrível por si só, como também chama atenção por ser uma raridade no RAP Brasileiro. Curiosamente, Ogi lança a segunda parte sem ainda ter colocado na rua a primeira.

Não perca mais nenhum post!

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