20. “Levanta e anda”, do Emicida

Diretor: Leandro HBL
Álbum: O glorioso retorno de quem nunca esteve aqui | 2013

Ao lado do seu inseparável irmão Evandro Fióti, que agora também é seu produtor, Emicida voltou à infância na quebrada, onde e quando, em meio a tantas mazelas, ainda é possível encontrar diversão.

“Sempre que escuto esse som, me vêm o barraquinho que a gente morava no [Jardim] fontális, esse negócio do cômodo incômodo, nóiz passa por tanta coisa nessa vida”, relembrou ele em sua página no Facebook. “Lembro do Helião falando pros sonhadores, do Brown, do Edi Rock, Lakers, de tantos irmãos que fizeram que em outro momento a mais de uma década, com que eu e vários irmãos e irmãs seguíssemos em frente”, contou. A produção seria uma espécie de continuação dessa corrente.

19. “O vagabundo e a dama”, do Oriente

Diretor: Gustavo Marcolini e Jean Fabricio
Álbum: Desorientado | 2012

Com uma atuação inspirada, Chino interpreta o vagabundo que, até de forma despretensiosa, acaba conquistando a dama e o resto a gente já sabe.

Detalhe para a aparição do Nissin e para a cena do restaurante dando uma chacoalhada e jogando um pouco de humor na mistura.

18. “Gratidão”, do Rashid

Diretor: Bruno Cons
Álbum:

Rashid nos leva a Ijaci, Minas Gerais, cidade onde passou a infância, pra nos mostrar um pouco mais das suas origens, de como ele veio a ser o artista e a pessoa que é hoje e alcançou o que alcançou.

“Agora, 14 anos depois de escrever minha primeira rima, escrevo novas rimas em forma de agradecimento, a Deus, família, aos que me inspiraram (e continuam inspirando) e a todos que botaram fé no meu trabalho”, explica ele sobre o som.

Mas, o ponto alto da produção é o arrepiante depoimento da sua mãe. Afinal, quem acompanha a carreira do rapper sabe o quanto ele valoriza a família; as citações nas letras são inúmeras.

17. “Estalactite”, do De Leve

Diretor: Bruno Bastos
Álbum: Estalactite | 2014

Com o verso “de ponta cabeça como estalactite”, De Leve explica não só a maioria das imagens do trampo, mas também da uma ideia de como tem sido a sua vida depois da descoberta que seu filho possui autismo (mencionada na letra).

Ao mesmo tempo que a participação das crianças dá um ar mais divertido à produção, alguns gestos e ações também emocionam quando passíveis de serem conectados ao filho do carioca.

16. “Coexistência”, do Distúrbio Verbal

Diretor: Rodolfo Lacerda e Matheus Melo
Álbum:

De acordo com o Distúrbio Verbal, a produção conta a história “de um homem que no auge de sua crise existencial se isola em um lugar onde antigamente funcionou um sanatório” e “encontra com sua consciência tridimensional, que alerta as nocivas influências que vibrações caídas aplicam em sua existência desde sua chegada na Terra”.

Mais uma vez o grupo destaca a ideia do sanatório e revive, de certo modo, o clima pesado de “O jardim secreto“, embora com temáticas bem diferentes.

Não perca mais nenhum post!

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