O Marco Zero do Hip Hop Brasileiro

A esquina da rua 24 de maio com a Praça Dom José de Barros sempre foi um marco na história do Hip Hop Brasileiro, mas em 2014 até a prefeitura de São Paulo “comprou” a ideia.

Num pedaço de chão onde Nelson Triunfo e companhia disseminavam literalmente a dança de rua na década de 80, foi inaugurado o “O Marco Zero da Cultura Hip Hop no Brasil”, um espaço pra eternizar alguns MCs, DJs, breakers e graffiteiros que deram início à cultura de rua por aqui.

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O Hip Hop é foda (x2)

Porque se já não bastasse criar a expressão que ficou marcada em 2013, Rael ainda chamou uns caras tão foda quanto pra exaltar ainda mais a cultura de rua.

E nem tamos falando só de Emicida e Marechal, mas também do DJ KL Jay, do Fernandinho Beatbox, do bboy Pelezinho e do graffiteiro Does que somaram e mostraram um pouco mais da união dos elementos.

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O disco de inéditas do Racionais

Precisa dizer alguma coisa? Não foi só o lançamento do disco mixado no mesmo estúdio que Tupac foi baleado; não foi só mais um CD do Racionais; foi o primeiro CD de inéditas do mais importante grupo de RAP do Brasil em 12 anos!

Se isso não ficou marcado em 2014, não sabemos mais o que ficaria.

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O homossexualismo no RAP Brasileiro

A mensagem do clipe “Aceite-c”, do Rico Dalasam, já é forte por si própria, mas ganha ainda mais poder vindo de um rapper assumidamente homossexual. Afinal, o RAP Brasileiro tem se mostrado tão preconceituoso quanto a sociedade refletida em suas letras.

Ao invés de se esconder, Dalasam literalmente pega o megafone e se expõe completamente, colocando-se como uma das principais vozes de um assunto que precisa ser urgentemente discutido e cada vez mais.

E foi. Pouco ainda, mas o lançamento fez muita gente comentar e expor opiniões, que já servem pra revelar muita coisa boa e ruim também, mas colocar em destaque, de um jeito ou de outro. Uma porta se abriu, basta mais pessoas passarem.

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O primeiro disco solo do Eduardo, ex-Facção Central

Capa do CD A Fantástica Fábrica de Cadáver, do Eduardo

Assim como o lançamento do Racionais, tivemos um dos rappers mais respeitados da atualidade estreando em sua carreira solo.

Eduardo é um dos nomes mais comentados no RAP Brasileiro desde a sua saída Facção Central. Não é pra menos, o poder das palavras do cara é tão grande que já resultou em livro e já fez até autoridade censurar clipe.

Com 32 faixas, “A fantástica fábrica de cadáver” tem munição pra ser destaque por mais alguns anos ainda pela frente.

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