Livros são ideais para preservar a história através dos anos, mas é inegável que o som também tem feito seu papel. Quando o assunto é a música brasileira, nada melhor do que uma boa compilação dos dois estilos.

O livro “Indiscotíveis” apresenta essa proposta em ensaios curtos de 14 discos que deixaram sua marca e ajudam a resumir a imensa diversidade sonora do nosso país. Com detalhes técnicos e emocionais, a obra possui a capacidade de levar o leitor à época em que os trabalhos foram compostos.

Como era de esperar, o RAP está representado; e muito bem representado, diga-se de passagem. Racionais e SP Funk integram com os clássicos “Sobrevivendo no inferno” e “O lado B do Hip Hop”, respectivamente.

E mais, entre os 14 músic@s, jornalistas e pesquisador@s convocad@s para escolher e escrever sobre os discos, Emicida e Rael dão sua contribuição. “O disco me aproximou da minha ancestralidade, pelo fato de meu pai ser de Pernambuco, e me permitiu explorar outros ritmos e gêneros no meu rap”, avaliou o segundo à Folha sobre “Afrociberdelia”, de Chico Science & Nação Zumbi.

“Selvagem”, do Paralamas do Sucesso; “Cabeça Dinossauro”, do Titãs; “Roots”, do Sepultura; “Clube da Esquina 2”, do Milton Nascimento; “Solta o pavão”, de Jorge Ben são algumas das outras obras referenciadas.

“Indiscotíveis” foi organizado pelo jornalista Itaici Brunetti.

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