10. “Batuk freak”, da Karol Conká

A maior exigência dos fãs de RAP no Brasil é que os rappers sejam verdadeiros e, mano, nada mais verdadeiro pra descrever a Karol Conká do que este disco. Da capa colorida ao ritmo contagiante de cada faixa. A curitibana faz a sua sem realmente se preocupar com o que os outros dizem ou pensam e isso é lindo. A maneira como ela consegue amarrar certas reflexões e contestações sem perder o “freak” é único. E, obviamente, palmas para o Nave que produziu magistralmente tudo com a cara da moça.

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9. “Buracos ao chão”, do Síntese & Distúrbio Verbal

Com  a mesma pegada do muito aclamado “Sem cortesia”, o Síntese conta com a participação do Distúrbio Verbal pra produzir mais um daqueles discos que só de escutar você já começa a refletir. As linhas são profundas de tal maneira que é quase como se você precisasse estar num mesmo lugar mental pra entendê-las. Mas, quem disse que você precisa entender o significado original? Poesia é poesia e ela se torna importante só de penetrar o ouvinte, afinal, cada um irá interpretar à sua maneira.

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8. “Fantástico mundo popular”, do Sombra

Não é de hoje que os versos do Sombra soam muito diferentes dos que cê costuma ouvir por aí. Mesmo nos lançamentos do SNJ, as linhas já destoavam. Se a voz já não fosse suficiente, toda métrica e ideias se apresentam de forma fora do comum. E, o mais foda desse disco, é que a musicalidade e toda mistura de ritmos conseguiu casar muito bem com isso. Parece que a produção encontrou muito bem que é o Sombra.

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7. “Aumenta o volume”, do Slim Rimografia

A qualidade de rimas do Slim Rimografia não é segredo. Quando ele faz um ode ao Hip Hop, não tem como não destacar. No mesmo estilo do que o Crônica Mendes fez, Slim não simplesmente sorri e aplaude tudo, ele também toca nas feridas e nos problemas do mundo da cultura de rua. Mas, ele não utiliza o som pra pisar, ele utiliza o som pra mostrar todo o valor do Hip Hop e que a percepção das pessoas aumente quanto a isso para sufocar aqueles que não estão de corpo e alma. Slim faz humor, ama, odeia, protesta, aplaude, critica, mano, as palavras soam com uma verdade de difícil questionamento.

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6. “Ainda bem que eu segui as batidas do meu coração”, do Rael

Já com o Pentágono, Rael se destacava pela qualidade da voz e, principalmente, pela capacidade em unir a melodia com o RAP, sem necessariamente parar pra um refrão ou só rimar; ele faz os dois ao mesmo tempo de forma única. Sem contar que costuma trazer vários temas importantes pro foco. É verdade que ele já fez isso muito bem no seu disco solo anterior, “MP3”, mas um momento mais maduro e uma produção bem melhor fizeram valer ainda mais a pena e o rapper alcançou o destaque necessário.

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