15. “O preto do bairro II”, do Kanhanga

Tudo bem que o mano é de Angola, mas, chapa, se ele já viveu no Brasil o suficiente pra conseguir entender os nossos problemas sociais a ponto de retratá-los e questioná-los de forma tão inteligente num disco, rá, Kanhanga já é um dos nossos. A temática é sinistra e tem toda uma história de ter vindo de outro país para morar aqui; até as histórias cotidianas ganham um algo mais.

– Leia a publicação original do CD “O preto do bairro II”;
– Faça o download oficial do CD “O preto do bairro II”.

14. “Lutador de rua”, do Théo

Não é apenas um trampo do Théo, que é um “lutador de rua”, mas um trampo pra todos que lutam na rua diariamente pelas suas conquistas. Entre as mazelas, o cotidiano, os desejos e as realizações, o disco faz uma boa leitura das dificuldades de qualquer elemento periférico e/ou rapper. E, melhor, sem parecer dramático demais, mesmo quando as punchlines batem no estômago do adversário e o K.O. é anunciado. Rocky que se cuide!

– Leia a publicação original do CD “Lutador de rua”;
– Faça o download oficial do CD “Lutador de rua”.

13. “Luz”, do Zudizilla

A produção deste trampo é realmente muito boa, mas não esconde o rapper que conseguiu se sobressair nos versos. Interessante que o Zudizilla fez um trampo muito voltado pra essa parada interior, reflexiva e das energias ao redor, mas as rimas são muito pés no chão, com temas cotidianos e bastante relevantes.

– Leia a publicação original do CD “Luz”;
– Faça o download oficial do CD “Luz”.

12. “Basta acordar”, do PrimeiraMente

RAP pesado é apelido quando chega perto desses moleques; caraio! Várias temáticas do cotidiano da rua sendo colocadas em perspectiva e debatidas até uma certa profundidade. E o melhor de tudo: eles tão apenas começando!

– Leia a publicação original do CD “Basta acordar”;
– Faça o download oficial do CD “Basta acordar”.

11. “Até onde o coração pode chegar”, do Crônica Mendes

A capa é quente, alegre. As rimas trazem uma exaltação à favela. Crônica Mendes consegue fazer uma bonita homenagem, mas sem esquecer as mazelas do esquecimento. Não é uma amostra de que os moradores das quebradas são felizes assim e deixa eles, é uma amostra de que quem mora na favela é tão humano quanto qualquer outro, mas também que o descaso faz com que suas vidas se tornem muito mais difíceis do que a dos “outros humanos” da ponte pra lá.

– Leia a publicação original do CD “Até onde o coração pode chegar”;
– Ouça na íntegra o CD “Até onde o coração pode chegar” oficial.

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