20. “Confundindo os sábios”, do Rashid

Uma boa diversidade de temáticas, ótimo cartel de beats e participações bem loucas. Claro que o novo CD do Rashid não poderia faltar na nossa lista. Entretanto, é difícil escutar esse trampo e não lembrar, principalmente, dos dois anteriores. O lado positivo é que o rapper continua tão bom quanto antes, mas o lado negativo é que talvez esperemos um algo mais neste ponto.

– Leia a publicação original do CD “Confundindo os sábios”;
– Faça o download oficial da mixtape “Confundindo os sábios”.

19. “Gordão chefe”, do DBS

DBS é DBS sempre e a volta aos lançamentos oficiais é marcante por natureza. Mas, o número de participações e a qualidade com que elas chegaram no CD realmente ficaram marcadas; parece ter se tornado uma características especial da Baguá.

– Leia a publicação original do CD “Gordão chefe”;
– Ouça o CD “Gordão chefe” completo e oficialmente.

18. “Muita luz”, do Projota

Não, esse não é o melhor CD do Projota, nem o máximo do potencial que ele mostrou em outros trabalhos. Mas, sem dúvida alguma, é um ótimo CD de RAP. Não discordaremos se disserem que algumas linhas do CD parecem que foram colocadas só pra parecer uma parada mais contestadora, sem de fato ser, mas a real é que elas estão ali, são fortes, bem colocadas, e ponto.

– Leia a publicação original do CD “Muita luz”;
– Faça o download oficial da mixtape “Muita luz”.

17. “Nada pode me parar”, do Marcelo D2

Tudo bem que as rimas do Marcelo D2, depois de tantos anos, podem soar meio repetitivas, mas cês não podem culpar o cara de não tentar. O disco é bastante inovador principalmente estratégia por trás de tudo isso. Claro, isso tem muito a ver com a possibilidade que ele tem com uma grande gravadora, mas isso também é mérito da corrida dele anterior. Sem contar o mix de participações nacionais com internacionais e as boas produções; ótimo trampo pra se ouvir!

– Leia a publicação original do CD “Nada pode me parar”;
– Ouça o CD “Nada pode me parar” completo e oficialmente.

16. “Monstrão”, do MV Bill

MV Bill conseguiu mostrar muito bem que se manteve atualizado às mudanças técnicas do RAP Brasileiro. Adaptou-se às novas produções, chamou umas parcerias da nova geração e colocou até umas temáticas mais animadas no disco; rolaram até uns speedflow. Mas, essa não foi a tônica do CD, que ainda conta com a ótima “Soldado que fica” e uma terceira versão classe de “Estilo Vagabundo”.

– Leia a publicação original do CD “Monstrão”;
– Ouça na íntegra o CD “Monstrão” oficial.

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