30. “A rima nunca para”, do Tifu

Definitivamente, a rima não para nem um instante e se estende com muita classe pelas 13 faixas que compõem o CD. Tifu consegue misturar muito bem a musicalidade com o peso nos versos e espalhar isso por uma boa quantidade de temáticas. As participações, muito bem escolhidas, dão um complemento especial.

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29. “#AHoraÉAgora”, do Rhossi

Pra quem estava acostumado a ouvir o Pavilhão 9, tomou um pequeno choque. E isso é ótimo. Só o fato do rapper conseguir se reinventar e arriscar essa reinvenção já merece um crédito. Rhossi fez isso muito bem. Não vamos comparar aqui a qualidade deste trampo com a do grupo até porque isso seria inútil e ignorante, mas é fácil dizer que o disco faz jus ao “fundador do Pavilhão 9” em vários pontos.

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28. “9 Anos Depois – Epílogo (Vol. 1)”, do DMN

Pra marcar de maneira inquestionável a volta aos lançamentos de um dos grupos mais importantes do RAP Brasileiro. Dá sempre um frio na barriga quando existe tamanha expectativa pra um trampo, ainda mais com tamanho peso histórico, mas podemos garantir que o DMN não deixou por menos. E que venha o volume 2!

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27. “EPP3”, do Potencial 3

Poderíamos aqui facilmente apenas adaptar o que escrevemos sobre o DMN, porque o significado de ambos os trabalhos é muito semelhante. À frente do seu tempo há 12 anos atrás, época do seu último grande lançamento, o Potencial 3 conseguiu voltar com categoria e produzir um trampo moderníssimo. Ô, ano abençoado!

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– Faça o download oficial do CD “EPP3”.

26. “Siga o mestre”, do DG

Dizer que o CD foi muito bem feito é até redundante, visto que ele está nesta lista (não escolheríamos qualquer coisa). Entretanto, este foi bem feito demais, com uma boa diversidade musical tanto nas produções e versos quanto nas participações escolhidas. Não que a gente tivesse subestimado sua qualidade, mas o trampo do DG foi uma grata surpresa principalmente pelos recursos musicais disponibilizados pro público.

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