35. “Sem massagem”, do Nego E

Direção: Leo Fonseca

A noite, a escuridão e o terror/pânico não são novidade alguma nos clipes de RAP, mas este os potencializa. A locação de uma casa abandonada e os efeitos escolhidos transformam a produção em um verdadeiro filme de terror; até a escolha pelo casting de crianças lembram alguns clássicos das telonas.

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34. “Refém”, do Trintini

Direção: Tiago de Jesus

Se a música não chamou tanto assim nossa atenção, o clipe o fez em dobro. Embora trabalhe basicamente apenas o bom e velho “MC gesticulando na frente da câmera”, a produção traz efeitos que se destacam; a sensação de movimento e o clima humorístico criados casaram muito bem com a música.

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33. “De origem africana”, do D’ Origem

Direção: Viviane Ferreira

Toda produção que trabalha as raízes africanas desperta um interesse a mais por parte daqueles que realmente gostam da cultura de rua muito além de um ou outro artista. Não só pela importância, mas também pela beleza que normalmente esses trampos possuem. Não poderia ser diferente, produção lindona.

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32. “Marias”, do Ba Kimbuta

Direção:

Quando menos definitivamente é mais. A simplicidade que as imagens transmitem e a facilidade em relacioná-las amplificam ainda mais a mensagem que está sendo passada. A beleza das imagens e a importância de destacar as mulheres negras tornam a produção uma linda obra audiovisual.

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31. “Coração gelado II”, do Arquivo Negro

Direção: Carlos Villalba

Além da bonita produção e de alguns elementos que complementam o significado da música, o clipe ainda deixa uma mensagem importante por si só, não apenas a reprodução visual da letra.

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