[Menção Honrosa] “Colegas”, do Sandrão com Hyldon e Flávio

Direção: Marcelo Galvão

Menção honrosa porque teria um quê de injustiça se tentássemos comparar um clipe feito com imagens de uma produção cinematográfica com tantas outras muitas vezes feita de forma amadora. Com imagens do longa “Colegas”, a produção consegue reviver em poucos minutos a emocionante história e despertar a curiosidade daqueles que ainda não a conhecem.

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[Menção Honrosa] “Escolhas”, do Tubaína

Direção: Jurssa Santos

Embora não possua os mesmos investimentos que a produção citada anteriormente, sentimos a necessidade de utilizar o mesmo critério referente a clipes com imagens de filmes/documentários. Com imagens do curta-metragem “Escolhas”, a produção retrata muito bem o “contraste social existente nas periferias e na vida em geral onde duas opções são os frutos que respondem o destino da vida particular ou coletiva”.

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[Menção Honrosa] “Grajauex”, do Criolo (não oficial)

Direção: Ayrllys Allan

Menção honrosa porque, embora seja um clipe de extrema qualidade e que chamou muito a atenção, não é um clipe oficial. Feito no Power Point, foi um dos grandes destaques artísticos do ano, sendo reconhecido por inúmeros sites, tanto dentro como fora do RAP; tanto dentro como fora do país.

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[Menção Honrosa] “Aos olhos de uma criança”, do Emicida

Direção: Alê Abreu (Montagem de Fernando Farias Freitas)

Menção honrosa porque teria um quê de injustiça se tentássemos comparar um clipe feito com imagens de uma produção cinematográfica com tantas outras muitas vezes feita de forma amadora. A produção foi feita com imagens do filme “O menino e o mundo”, que conta a história de um menino que, sofrendo com a falta do pai, deixa sua aldeia e descobre um mundo fantástico dominado por máquinas-bichos e estranhos seres alienígenas.

Ver o RAP Brasileiro tão conectado a um filme infantil quando muitas outras vezes foi ligado à violência é de emocionar.

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[Menção Honrosa] “Doum”, do Criolo

Diretor: Marcelo Mesquita e Peppe Siffredi

Menção honrosa porque teria um quê de injustiça se tentássemos comparar um clipe feito com imagens de uma produção cinematográfica com tantas outras muitas vezes feita de forma amadora. A produção foi feita com imagens do filme “Cidade cinza”, que mostra obras de gênios do grafite como Os Gêmeos, Nunca e Nina e foca no debate entre os artistas e a prefeitura, que comumente cobre os desenhos com o cinza tradicional (como é mostrado no clipe).

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