A passagem do Afrika Bambaataa pelo Brasil (11/08)

Porque não é sempre que você tem uma das maiores referências do Hip Hop Mundial no seu país. Em um dos momentos de maior destaque de sua passagem, Bambaataa comenta sobre a importância de escrevermos a nossa própria história e sobre a mentira de a América ter sido descoberta por Colombo.

A música “Trepadeira” e as acusações de machismo contra o Emicida (22/08)

Pertencente ao então recém-lançado CD “O glorioso retorno de quem nunca esteve aqui”, a música “Trepadeira” não foi nada bem recebida pelas feministas.

O som, que conta com a participação de Wilson das Neves, foi acusado de machismo pela suposta crítica à quantidade de parceiros que uma mulher pode ter, que, supostamente, não aconteceria se fosse um homem.

As críticas foram tantas que o próprio Emicida deu algumas respostas oficiais sobre a questão.

A aparição de uma fita com várias participações do Facção Central em programas de TV (24/08)

Um fã do Facção Central criou uma página no Facebook na qual afirmou ter uma fita VHS das antigas com várias participações do grupo em programas de TV, inclusive no programa da Sonia Abrão.

Depois de muito suspense, as gravações foram pra Internet e relembraram todas questões que foram levantadas na época da censura do clipe “Isso aqui é uma guerra”.

O elogio ao Mano Brown que se tornou “diss” (30/08)

O elogio a Mano Brown que virou diss

A única coisa que o Código Penal queria era dizer que Mano Brown não era puta igual os Zé Povinhos. Mas, não deu certo. Com edições, alguém transformou o pequeno elogio em uma “diss” do grupo ao líder do Racionais.

Antes do esclarecimento da equipe e do pedido de remoção dos vídeos, o Código Penal teve que ler muitas e muitas críticas nas mídias sociais.

Leia a publicação na íntegra.

A descoberta do quão foda é o Hip Hop (04/09)

Inspirado em Caetano Veloso e sua “A Bossa Nova é foda”, Rael lançou oficialmente uma música que já cantava em alguns shows e seria um dos hinos de 2013: “O Hip Hop é foda”. Com enaltecimento monstruoso da cultura de rua brasileira e toda sua musicalidade, o rapper fez um clássico.

Antes mesmo da versão oficial sair, Emicida e Caetano Veloso já haviam apresentado no Prêmio Multishow as duas versões, cada um com o seu estilo.

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