Na última segunda-feira (9), Avelino Regicida disponibilizou na íntegra o documentário “25 de julho – Feminismo Negro contado em primeira pessoa”, do qual é diretor.

Em pouco mais de uma hora, o trabalho fala sobre o feminismo negro, focando no desconhecimento da data em questão, que deveria celebrar o Dia da Mulher Afro-Latina-Americana, que foi criado em 25 de julho de 1992 durante o Primeiro Encontro de Mulheres Afro-Latinas Americanas e Afro-Caribenhas, em Santo Domingo, na República Dominicana.

“O 8 de março é uma data festiva com muitas manifestações, mas o 25 de julho, não. Foi aí que surgiu a ideia do documentário: já que o evento não acontece, vamos fazer algo que divulgue o 25 de julho”, conta o documentarista ao Rede Brasil Atual.

O documentário conta com depoimentos de 13 mulheres sobre o desconhecimento da data e todas as dificuldades de ser uma mulher negra na nossa sociedade machista e racista; Yzalú compõe a trilha sonora com a música “Mulheres negras”, que foi escrita pelo Eduardo, ex-Facção Central, e Shirley Casa Verde manda alguns versos da música “Oba! Clareou”, do Cagebê.

“25 de julho – Feminismo Negro contado em primeira pessoa” foi lançado no dia 25 de julho deste ano.

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