Na última sexta-feira (21), através de sua página no Facebook, Dexter publicou uma explicação sobre sua ausência nos protestos que acontecem por todo Brasil.

Há 2 anos, o rapper conseguiu o direito de trocar seu regime fechado pelo condicional; data esta que recentemente foi celebrada com show e gravação de DVD. Entretanto, o “novo regime” traz algumas limitações, como fazer shows durante a noite, viajar para outros estados ou países para o mesmo fim sem autorização judicial, o risco de voltar à regime fechado caso fosse visto em alguma das manifestações, entre outras. Quanto às duas primeiras, o sistema judiciário o liberou, entendendo que seriam importantes para sua ressocialização; quanto à terceira:

“Travei uma luta de cinco dias junto com o meu representante legal (advogado) por uma autorização que me permitisse, assim como todo cidadão livre, sair às ruas em protesto e participar ativamente de todo esse processo. No entanto, essa autorização me foi negada”, explicou o rapper. Diante da resposta negativa e do risco de voltar ao regime fechado, ele conclui: “Depois de ter vivido 13 anos no exílio, me sinto obrigado a me ausentar fisicamente desse processo legítimo de reivindicação dos nossos direitos, o que me entristece profundamente e me deixa de coração dilacerado.”

Embora impossibilitado legalmente de estar fisicamente nos protestos, Dexter não escondeu seu apoio aos mesmos e garantiu que irá continuar lutando sempre, da maneira que pode, de shows e projetos a declarações à imprensa.

“Quanto as manifestações pacíficas, declaro que sou favorável e solidário”, afirmou. “Amo a nossa luta e também gostaria de estar junto a vocês exigindo dos ‘ditos’ representantes tudo aquilo que nos é negado em nosso dia-a-dia”, declarou ele antes de citar as áreas em que há um descaso visível do governo e afirmar que a luta não é só por 20 centavos.

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