O Hip Hop não salvou a minha vida, como a de tantos outros por aí. Muito menos o rap. Pelo menos, não da maneira que eu poderia considerar um salvamento. Eu gosto de dizer que a cultura de rua me deu um belo motivo pelo qual viver, pelo qual acordar todo dia e por muito tempo respirei isso. Ainda respiro, como oxigênio, mas em doses normais.

Sempre que vejo qualquer lista de discos de outros fãs de rap, vejo vários clássicos; alguns até que eu nunca tinha ouvido falar. A minha lista não é assim. Por algum motivo, os clássicos, aqueles que praticamente todos reconhecem como clássicos, não me marcaram tanto assim. Bom, vocês já sabem: eu não tava lá!

Esta não é uma lista de melhores discos ou de discos de destaque, como outras que já publiquei aqui no Vai Ser Rimando. Esta é uma lista bem pessoal, mas que, por algum motivo, achei que seria legal compartilhar. Talvez, encontre algumas almas parceiras que lembrarão de momentos que eu lembrei ou que possuem suas próprias memórias sobre cada um dos discos em questão.

Ou, talvez não. Talvez esta seja apenas uma maneira egocêntrica de celebrar os 6 anos de Vai Ser Rimando, data que será alcançada no próximo dia 27. De qualquer jeito, independente do motivo, sejam bem-vindos a esta parte importante da minha história.

OBS: a lista está na ordem cronológica da minha vida, ou seja, do disco que eu ouvi mais nas antigas até o que eu ouvi mais recentemente (dos que me marcaram, claro).

1. “Coletânea Racionais MC’s”, do Racionais, lançada em 1994.

Este é o disco mais clássico da minha lista. Quem não gosta muito do rap lançado após este disco, pare por aqui. Ou melhor, continue, às vezes te apresento alguma coisa de uma maneira diferente que você venha a gostar.

Enfim, eu nem lembro exatamente quando eu ouvi esse disco. Eu acho que eu tinha uns 7 anos, lá por 1997. Na verdade, não era nem um disco, era uma fita cassete (fita k7, pra uns), do meu irmão. Eu acho que não era nem a fita original, era uma mistura de vários sons, de vários artistas, a verdadeira mixtape.

O que eu lembro mesmo era de passar inúmeras tardes jogando um Nintendo e escutando incansavelmente no repeat as faixas “Pânico na Zona Sul”, “Hey Boy”, “Fim de semana no parque” e “Juri Racional”. Mano, eu nunca vi o Mário correr tanto quanto com aquela trilha sonora.

Eu não entendia as letras da maneira como elas deviam ser entendidas, obviamente, mas eu ainda as lembro praticamente de cor só de ter ouvido naquela época. Eu ainda me viciaria em outros artistas e estilos musicais nos anos seguintes, mas a porta que o Racionais abriu na minha mente, mesmo sem eu os entender perfeitamente, nunca mais seria fechada.

2. “The Eminem Show”, do Eminem, lançado em 2002.

Racionais fez eu olhar sempre primeiro pro rap quando eu quisesse ouvir um som. Curtia uns Marcelo D2, ouvi uns Gabriel o Pensador e pirei em “Bem nessa”, do Da Guedes, e “Soldado do Morro”, do MV Bill. Mas, foi o “The Eminem Show”, do Eminem, o próximo CD a marcar minha vida.

Eu já conhecia o rapper estadunidense por “My name is” e “The real Slim Shady”, mas foi a “Cleanin’ out my closet”, no Disk MTV, que fez a mágica. Curiosamente, dei uma pesquisada e ela está numa lista de clipes de destaque do programa.

Eu não tinha problemas com uma namorada, muito menos com a minha mãe, mas eu conseguia me relacionar muito mais com o conteúdo das músicas do Eminem do que a dos rappers brasileiros. Na época, a “raiva interna” exposta nos versos daquele eram muito mais próximas a mim do que os problemas sociais do País expostos por estes.

3. “Relapse”, do Eminem, lançado em 2009.

Por uns 5 anos, eu escutei Eminem quase que exclusivamente. Era um período praticamente sem Internet, só aquele discadão depois da meia-noite, então eu aproveitava pra baixar as paradas na madrugada pra aproveitar durante o dia. Eu tinha uma pasta com sei lá quantas letras entre originais e traduções; eu praticamente estudava aquela porra.

Além de ter ajudado de forma imensurável o meu inglês, o Eminem é um bom rapper pra você conhecer as letras dessa maneira. Se o conteúdo de muitas delas chega a ser inexplicavelmente estranho, a técnica é uma das mais apuradas do jogo. O cara é, questionavelmente, o melhor nesse quesito.

“Relapse” é, pra muitos, um dos piores CDs do Slim Shady. O próprio rapper o criticou em “Cinderella Man” e “Not Afraid”, duas faixas do seu CD seguinte, “Recovery”. Embora eu nunca tenha colocado os discos do Eminem por ordem de qualidade, eu posso até concordar com quem não gosta muito deste; as letras, na sua maioria, não trazem muita coisa nova mesmo. Mas, a escolha das palavras, a métrica, o flow, enfim, tecnicamente, é um dos mais interessantes.

Entretanto, não foi por isso que ele marcou minha vida. Como eu falei, nos 5 ou 6 anos, talvez, depois que comecei a ouvir Eminem, eu praticamente só ouvia isso. Ali pra 2007-08, eu simplesmente parei. Claro, ouvia aqui e ali, uma ou outra coisa, algo vazado, mas nulo se formos comparar. Quando ele voltou do hiato e lançou “Relapse”, alguma coisa aconteceu que fiquei na expectativa; até comprei a versão física, coisa que nunca tinha feito.

Independente de qualquer coisa, este disco me fez voltar a pesquisar sobre rap, me fez voltar a escrever e, o mais importante, me fez voltar a ouvir diariamente e respirar aquilo.

4. “Seja você mesmo (mas não seja sempre o mesmo)”, do Gabriel o Pensador, lançado em 2001.

Eu poderia facilmente colocar a discografia inteira do Gabriel o Pensador aqui. Quando eu voltei a escutar rap diariamente, ali em 2009 ainda, eu quis ir além do Eminem. Por algum motivo, decidi começar pelo carioca, que eu sempre ouvia alguma coisa, mas nunca tinha me chamado atenção de verdade. Conhecer o trampo completo do cara foi uma das melhores coisas que eu fiz.

Se eu falei que o Eminem é um ótimo rapper pra você estudar, o Gabriel não fica muito atrás. Além disso, ao ir além dos sons que tocavam nas paradas, como “2345meia78”, eu pude encontrar a crítica social da maneira certa e no momento certo da minha vida. Eu já era grandinho o suficiente pra me conectar com problemas que eu não via no dia a dia e a maneira como o rapper os colocava facilitava tudo.

Como eu disse, poderia facilmente colocar a discografia inteira dele aqui, mas escolhi o “Seja você mesmo (mas não seja sempre o mesmo)” porque contém as faixas “Até quando?”, “É pra rir ou pra chorar?”, “Mário” e “Brasa”, que trazem uma diversidade maravilhosa de formas de protestar nas músicas. Pensador me mostrou uma forma de fazer rap no Brasil que eu nunca tinha escutado e foi aí que o bagulho ficou louco.

5. “Pra quem já mordeu um cachorro por comida, até que eu cheguei longe”, do Emicida, lançado em 2009.

Se o Gabriel o Pensador me apresentou uma forma diferente e mais acessível (pra mim) de fazer rap no Brasil, o Emicida me mostrou que “qualquer um” podia fazê-lo. Não digo qualquer um como se ele fosse um cara qualquer, mas dá uma olhada nos discos que eu citei até aqui: só os artistas grandes da indústria. Pra mim, na época, pra você gravar uma música, fazer um CD, cê tinha que ser descoberto por alguém lá de cima de alguma forma milagrosa, sei lá, numa batalha de MCs.

E foi numa dessas que conheci o “homicida de MCs”. Ou melhor, nos vídeos de algumas dessas espalhados pela Internet. Conheci as batalhas, como a maioria, ainda na época do filme “8 mile”, mas foi só em 2009-10 que resolvi procurar as vertentes brasileiras da brincadeira. Boa época pra isso, os vídeos em questão tavam bombando de popularidade e, assim, bem acessíveis a um procurador de primeira viagem.

A transição de escutar o Emicida das batalhas pro das composições levou um certo tempo, mas “Cidadão”, no Programa Freestyle, e o clipe de “Triunfo” fizeram a ponte (o instrumental dos 20 segundos iniciais do clipe ainda é meu toque no celular). Dali em diante foi comprar o disco, frequentar os shows, quando estes aconteciam aqui perto, em Santa Catarina, que era raro, comprar camiseta, falar dos sons pra todos os amigos e, obviamente, criar o Vai Ser Rimando.

O nome do site, lançado oficialmente no dia 27 de setembro de 2010, é uma homenagem à faixa homônima do “Pra quem já mordeu um cachorro por comida, até que eu cheguei longe”. A princípio, seria um espaço pra eu colocar algumas rimas minhas, mas surgiram outras oportunidades e as coisas evoluíram.

6. “Emicídio”, do Emicida, lançado em 2010.

Assim como todos os CDs do Emicida lançados até hoje, eu escutei o “Emicídio” até a exaustão. Mas, ele tá nesta lista muito mais pelo impacto organizacional que teve na minha vida do que pelo musical, embora seja um trampo incrível.

Quando lançou este trampo, o Laboratório Fantasma, selo do rapper, criou uma estratégia de venda bem interessante: qualquer pessoa poderia comprar 20 cópias a um preço menor e revender cada pelos R$5 que a própria capa anuncia. A revenda não era algo novo no mercado, mas eu nunca tinha visto uma divulgação assim tão aberta, permitindo a qualquer um de qualquer lugar do País entrar na brincadeira. Dava pra tirar uns trocados, mas a parada mais louca foi se sentir parte daquilo e conhecer uma pá de gente que tinha esses mesmos interesses, que pra mim sempre tinha sido uma raridade.

Não demorou muito, eu já tava com as 20 cópias na mão e tinha montado uma página no Vai Ser Rimando com algumas informações pra repassar pras pessoas como fazer pra comprar o disco aqui na região. Logo que isso se espalhou, já consegui trocar uma ideia com o Fióti, irmão e produtor do Emicida, pra revender também aquelas camisetas roxas do disco.

A página única pra informar sobre a venda do “Emicídio” se transformou em múltiplas páginas de notícias com banners da vendas pra atrair outros fãs; rolou até páginas das letras, numa época que Rap Genius era impensável. Depois vieram produtos do Marechal, Rashid, AXL e, consequentemente, notícias dos mesmos e assim o site e as revendas foram evoluindo.

E o resto é história.

7. “…ENTRE…”, do Kamau, lançado em 2012.

Embora eu tenha escutado esse disco repetidamente até praticamente decorá-lo e até ter feito uma resenha sobre o mesmo, “…ENTRE…” tá na lista mais pelo rapper que o Kamau é do que qualquer coisa. Era impossível fazer uma lista de trampos que me marcaram sem citar o cara.

Dos versos às entrevistas, ele sempre foi um puta exemplo; sempre muito consciente e preocupado com a qualidade do que apresentava ao público. Silencioso no dia a dia, o guerreiro fazia um barulho do caramba a cada lançamento, tornando-se facilmente um dos melhores letristas da cena.

Mas o EP tem seus próprios destaques, é claro. Um dos primeiros (que eu ouvi, pelo menos) a mesclar o spoken word com as músicas, Kamau faz uma parceria incrível com o Emerson Alcalde por todo o trampo. “Música de trabalho” é marcante por si só como um manual interativo pros MCs; “(Eu quero) Mais” bate forte; e “Lágrimas do Palhaço” é lindona.

E ainda nem mencionei que o meu maior destaque é o remix de “Resitência”, até porque eu nem conhecia a original. Música atemporal pra caramba, que até citei numa lista de sons pra ajudar geral a entender a atual cena do rap brasileiro. Aliás, junto com ela também tava uma do próximo CD desta lista, então, vamos logo a ele.

8. “Sem cortesia”, do Síntese, lançado em 2012.

Eu nem sei descrever o que me marcou tanto em “Sem cortesia”. Eu simplesmente quase caí pra trás depois de escutar. Foi, em todos os sentidos, algo muito diferente do que eu vinha ouvindo e olha que, em 2012, eu já tava atualizando o site quase diariamente, então eu até que ouvia bastante coisa que saia. Talvez, cê entenderá melhor se ler a resenha que publiquei aqui na época, descrevendo o trampo como “um rap cru e quase inacreditável”.

Desde então, o Síntese se tornou um dos meus artistas favoritos, mesmo que tenha continuado apenas com a presença do Neto. Eu nem sou religioso, nem consigo acompanhar a maioria dos seus pensamentos, mas a força que ele traz, tanto nos versos quanto nas declarações e entrevistas, é algo impossível de não marcar os ouvintes mais atentos.

A participação no RAPBOX, com a faixa “Equação”, que na verdade é do EP “Buracos ao chão”, gravado em parceria com o Distúrbio Verbal, é uma daquelas aparições que você simplesmente prende a respiração e sente a energia; é inexplicável.

9. “Ainda há tempo”, do Criolo, lançado em 2006.

Eu coloquei a data de lançamento dos discos em destaque especialmente por causa deste aqui. Eu acho bem louco e ainda um pouco difícil de acreditar que eu demorei tanto tempo pra escutar essa obra-prima. “Ainda há tempo” saiu em 2006, eu fui escutar lá por 2012-13; eu não lembro o ano exatamente, mas sei que foi só depois de escutar o “Sem cortesia”, do Síntese, porque lembro de ter sentido sensações muito parecidas ao ouvi-los pela primeira vez.

Em ambos, lembro de ter pensado “este é o melhor CD do ano”, mas o “Ainda há tempo” é de 2006, quase uma década antes. É algo simplesmente cru, puro, cheio de emoção nas linhas. Era um Criolo que eu, definitivamente, não tinha pretensões de encontrar, não depois de escutar o “Nó na orelha”, que é bonitão também, mas nem se compara.

Convenhamos, nem a nova versão do “Ainda há tempo” se compara. A homenagem é linda, 10 anos não se faz todo dia, mas eu com certeza não senti o mesmo arrepio. Espero que ainda haja tempo e muito tempo mesmo pra que todos possam conhecer o trampo original. Aliás, libera ele aí pra geral, Criolo; cê tem todos os seus CDs disponibilizados no Youtube e no seu site, por que não esse? Alastra!

10. “Êta Porra!”, do Amiri, lançado em 2012.

Quem que não pirou quando caiu no mundão o single “Êta Porra!”, que depois se tornaria o nome do disco de estréia de um dos MCs mais originais da cena? Amiri consegue aliar conteúdo à técnica, comédia a discursos de importância histórica. Ele entretém, ele dá umas aulas, é uma nova história a cada verso.

Curiosamente, o “Êta Porra!” entrou no fim da lista de destaques em 2012, mas daquela lista é o único que eu ainda escuto até hoje, além dos outros dois já citados neste post. O rapper conseguiu ser de uma modernidade revigorante nesse trampo, bem na época que era isso que nossos ouvidos pediam e devem pedir por mais alguns anos ainda.

E quando os anos passaram, Amiri ainda conseguiu me impressionar novamente com o remix de “One Mic”, beat usado originalmente pelo Nas; o mesmo que o Emicida usa em “Essa é pra você, Primo”. Vou te falar, essa (o remix de “One Mic”) eu ainda escuto diariamente e é o tipo de som que chacoalha o cara mesmo, ainda mais depois de cê saber o que passou pela vida do rapper naquela época.

11. “Até que enfim, Gugu”, do Marcello Gugu, lançado em 2013.

Pensando agora, esse disco é praticamente o oposto do “Sem cortesia”, do Síntese, mas a reação que eu tive ao ouvi-lo pela primeira vez foi bem parecida. “Até que enfim, Gugu” veio como uma parada completamente nova na cena; não é o rap cru, mas é pura poesia. É muito revigorante e inspirador escutar algo tão novo assim de vez em quando, cria inúmeras outras possibilidades.

Sinceramente, hoje em dia já nem escuto mais o CD todo. Mas, se for marcar, acho que eu já escutei a “Gil Scott Heron” em quantidade suficiente pra mais uns 10 discos do Marcello. É uma síntese tão bem feita dos mais diversos sentimentos e fases que o Hip Hop e seus integrantes passaram que acredito devo escutar por muitos anos ainda.

Ter a oportunidade de vê-lo apresentá-la ao vivo me deu ainda mais certeza disso. Duas vezes: uma no “7º Encontro Paulista de Hip Hop” e uma aqui no “quintal de casa”, no TEDxBlumenau. Esta, aliás, foi a chave de ouro perfeita pra encerrar um dos Talks mais arrepiantes e impressionantes que já assisti. Obrigado, Marcello Gugu!

12. “Corpo e alma”, do Inquérito, lançado em 2014.

Pra falar a verdade, eu fiquei na dúvida entre colocar o “Mudança” ou o “Corpo e alma”. Acho que aquele foi importante porque me apresentou o Inquérito, mas este é simplesmente impecável. A minha decisão foi baseada na resposta de uma importante questão: daqui uns 10 anos, qual dos dois é mais provável que eu esteja escutando ainda?

O Renan é, questionavelmente, o melhor letrista do País. Então, dizer que as músicas do disco são incríveis e cheias de conteúdo é chover no molhado. Mas, tem algo a mais nesse trampo. É uma obra de arte, completíssimo, de um detalhamento e beleza absurdos.

Além das participações de um nível muito alto, os caras conseguiram deixar as faixas afinadíssimas, harmoniosas demais; cê pode escutar o trampo no repeat tranquilamente e nem vai perceber o tempo passar.

BÔNUS: “VVAR”, do Marechal, não há tecnologia suficiente pra prever o lançamento.

Foto: Sebastião Castellano.

Não podia faltar, de maneira alguma. O fato de o título se referir diretamente a “discos” que marcaram minha vida não poderia ser um obstáculo para não citar o trampo do Marechal; seria de uma cara de pau que eu não tenho. Até porque, as brincadeiras sobre os adiamentos do lançamento do “VVAR” sempre foram uma forma divertida de mostrar toda admiração pelo corre.

O cara é um ícone do rap brasileiro. Vive de música não só sem lançar CD, como ele mesmo diz, mas tendo lançado oficialmente umas duas ou três músicas próprias; a maioria é gravação de apresentação ao vivo. Naquelas de fazer show sem ter som e mandar meia-hora de free, ele ainda continua soberano. Pode perguntar pro Aori.

As coisas ficam mais fáceis quando seu improviso é melhor que a maioria dos sons da maioria dos rappers que tem por aí. E, pode ter certeza, Marechal pode só lançar mesmo uma música por ano, mas tu não fica uma semana sem ouvir, como comprovamos recentemente.

Desculpem as mais de 3100 palavras; a porra do texto é meu, então eu não quis parar. Fui.

Bom, essa foi a minha lista. Bem minha mesmo, própria, pessoal. Embora eu considere os trampos citados como de alta qualidade, as escolhas foram mais baseadas em ligação com os trampos do que com a qualidade. Tem alguma ideia a acrescentar? Tem uma lista própria? Compartilha aí e vamo trocar umas figurinhas.

Não perca mais nenhum post!

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